domingo, 24 de julho de 2011
Amy Winehouse e a sabedoria de Lula - Por Augustos Nicodemos Lopes

Amy Winehouse foi encontrada morta hoje. Desconfia-se - e com muita razão - que a causa foi uma overdose. Aos 27 anos, Amy chegou ao fim de uma vida atribulada, marcada por escândalos, internações, sofrimento, fama, riquezas e popularidade.
Como é sabido, ela não é a primeira artista a morrer cedo por causa de drogas (assumindo que foi esta a causa da sua morte). Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison, Brian Jones... são alguns dos nomes que estão sendo associados ao de Amy, de jovens artistas que morreram por causa de drogas. Não podemos esquecer, ainda que não tão jovens quanto Amy, Elvis Presley, Michael Jackson, Elis Regina, Kurt Cobain.
O que leva pessoas famosas, ricas, populares e idolatradas pelas multidões a seguir um curso de auto-destruição terminando em morte precoce auto-infligida? Pesquisa recente mostrou que os jovens de hoje querem, mais do que serem ricos, serem famosos, aparecer na mídia, serem vistos e conhecidos. Amy Winehouse e todos os outros mencionados acima chegaram lá - e de quebra, ficaram ricos. Não deveriam ser pessoas felizes, alegres, satisfeitas, dedicadas ao trabalho, amantes da vida e de suas coisas boas?
Ao que tudo indica, parece ter faltado algo, alguma coisa que não podia ser comprada por dinheiro e nem substituida pela fama. Será que não se trata daquilo que os cristãos vêm dizendo há séculos, que o ser humano foi feito para a glória de Deus e que a sua alma não encontrará paz até que se satisfaça nele? Será que aqui não encontramos a razão pela qual um dia Jesus Cristo fez aquele convite conhecido?
Como é sabido, ela não é a primeira artista a morrer cedo por causa de drogas (assumindo que foi esta a causa da sua morte). Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison, Brian Jones... são alguns dos nomes que estão sendo associados ao de Amy, de jovens artistas que morreram por causa de drogas. Não podemos esquecer, ainda que não tão jovens quanto Amy, Elvis Presley, Michael Jackson, Elis Regina, Kurt Cobain.
O que leva pessoas famosas, ricas, populares e idolatradas pelas multidões a seguir um curso de auto-destruição terminando em morte precoce auto-infligida? Pesquisa recente mostrou que os jovens de hoje querem, mais do que serem ricos, serem famosos, aparecer na mídia, serem vistos e conhecidos. Amy Winehouse e todos os outros mencionados acima chegaram lá - e de quebra, ficaram ricos. Não deveriam ser pessoas felizes, alegres, satisfeitas, dedicadas ao trabalho, amantes da vida e de suas coisas boas?
Ao que tudo indica, parece ter faltado algo, alguma coisa que não podia ser comprada por dinheiro e nem substituida pela fama. Será que não se trata daquilo que os cristãos vêm dizendo há séculos, que o ser humano foi feito para a glória de Deus e que a sua alma não encontrará paz até que se satisfaça nele? Será que aqui não encontramos a razão pela qual um dia Jesus Cristo fez aquele convite conhecido?
"Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve" (Mateus 11:28-30).
Amy, Elis, Elvis, Janis, Jimi e tantos outros parecem contradizer a recente declaração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que os ricos já vivem no céu, ironizando com o ensino de Jesus Cristo:
"Bobagem, essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós queremos o reino agora, aqui na Terra. Para nós inventaram um slogan que tudo tá no futuro. É mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico ir para o céu. O rico já está no céu, aqui. Porque um cara que levanta de manhã todo o dia, come do bom e do melhor, viaja para onde quer, janta do bom e do melhor, passeia, esse já está no céu".
Para estes jovens e ricos artistas a vida, certamente, não parecia ser um céu, mas um verdadeiro inferno, a ponto de não mais se importarem em continuar vivendo. As riquezas não tornam este mundo em céu, Lula. Pelo menos, não para estas pessoas, que entre tantas outras, alcançaram glória humana, riquezas, popularidade e prestígio.
Meu caro Luiz Inácio, O inferno não está ausente na vida das celebridades, dos milionários e dos poderosos. Que o digam as vidas das celebridades marcadas pelos problemas familiares, os divórcios, os escândalos, as drogas, os suicídios. Eu também posso lhe apresentar gente pobre que é feliz, que tem um casamento abençoado, filhos honestos e trabalhadores.
Céu e inferno não se definem em termos de riqueza e pobreza, Lula, e nem em termos de popularidade e anonimato. Amy Winehouse certamente discordaria de suas palavras. E com ela todos aqueles outros jovens de 27 anos, que experimentarm o inferno existencial em suas vidas em meio à riqueza e celebridade. Pois, que outra razão teriam para não mais se importarem consigo mesmos, suas carreiras e as pessoas queridas ao seu redor?
Eu sei que tem celebridades que abusam das drogas, como Keith Richards, e que já vão com 80 anos de idade. Mas Amy e outros não conseguiram superar as angústias, perguntas, questionamentos, e o desespero que batem na porta de todos - inclusive dos ricos e dos famosos.
Adeus, Amy. Lamento muito mesmo sua morte.
Boa noite, Lula. Espero que o que aconteceu com Amy lhe leve, no futuro, a ponderar suas palavras quando for comentar assuntos que extrapolam as categorias de pobreza e riqueza, política e governo.
Meu caro Luiz Inácio, O inferno não está ausente na vida das celebridades, dos milionários e dos poderosos. Que o digam as vidas das celebridades marcadas pelos problemas familiares, os divórcios, os escândalos, as drogas, os suicídios. Eu também posso lhe apresentar gente pobre que é feliz, que tem um casamento abençoado, filhos honestos e trabalhadores.
Céu e inferno não se definem em termos de riqueza e pobreza, Lula, e nem em termos de popularidade e anonimato. Amy Winehouse certamente discordaria de suas palavras. E com ela todos aqueles outros jovens de 27 anos, que experimentarm o inferno existencial em suas vidas em meio à riqueza e celebridade. Pois, que outra razão teriam para não mais se importarem consigo mesmos, suas carreiras e as pessoas queridas ao seu redor?
Eu sei que tem celebridades que abusam das drogas, como Keith Richards, e que já vão com 80 anos de idade. Mas Amy e outros não conseguiram superar as angústias, perguntas, questionamentos, e o desespero que batem na porta de todos - inclusive dos ricos e dos famosos.
Adeus, Amy. Lamento muito mesmo sua morte.
Boa noite, Lula. Espero que o que aconteceu com Amy lhe leve, no futuro, a ponderar suas palavras quando for comentar assuntos que extrapolam as categorias de pobreza e riqueza, política e governo.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Se alguém quer vir após mim...
É impressionante perceber como a cada dia o Evangelho vem sendo vez mais diluído de sua essência. O mais espantoso é ver que, quanto mais ralo ele se torna, mais adeptos “confessam” sua fé em Cristo. O interessante disso tudo é que não é esse Evangelho que vemos nas Escrituras. Muito pelo contrário. Em parte alguma dos Evangelhos vemos o Senhor Jesus prometendo uma resolução rápida e fácil para os problemas humanos, de qualquer cunho que seja, na condição de ganhar um discípulo.
Vejamos mais de perto o que o Senhor fala a respeito disso: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.” (Lucas 9.23).
Se olharmos para trás, para a crucificação do Senhor, essa não parece ter sido uma tarefa fácil. Nada fácil, eu diria. Primeiro porque era algo que trazia consigo a vergonha de uma execução pública antecedida de flagelos que normalmente eram reservados aos grandes criminosos; segundo, era uma execução cruel, pois mantinha o condenado vivo o máximo de tempo possível ao ponto em que até respirar ou gritar provocava uma dor insuportável; e, por último, se depois de tudo, o condenado ainda insistisse em sobreviver, suas pernas seriam quebradas para que o processo terminasse logo – só que ele ainda estaria com os braços pendurados - não dá pra facilitar com criminosos! Mas lembremo-nos de um detalhe importante na crucificação de Cristo: Aquela cruz era minha e era sua também.
Mas se Cristo já foi crucificado em meu lugar, por que ainda devo me preocupar em tomar a cruz? Eis aqui o importante detalhe: Cristo pagou a nossa dívida para com Deus na cruz. A que tínhamos feito com os nossos pecados para com um Deus eterno.
Tomar a cruz significa assumir um compromisso de negarmos a nós mesmos. Tomar a cruz é fazer uma viagem sem retorno onde a parada de descida é a Cidade Celestial. Tomar a cruz é independente do que possa acontecer, do que tenhamos que enfrentar estar do lado de Cristo e da verdade.
A verdade é que o caminho para seguir a Cristo é duro em muitos pontos. O Senhor já havia nos alertado a respeito disso: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.” (João 16:33). E muitas vezes precisaremos renunciar e até mesmo romper com hábitos, lugares ou, se preciso for, abdicar da companhia de pessoas que nos são muito caras. Mas Cristo não nos deixa sozinhos! “E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mateus 28.20b).
Seguir a Cristo está além do se apresenta hoje muitas igrejas por aí. Seguir a Cristo envolve compromisso, renúncia e arrependimento. Se você já segue a Cristo com essa base, amém! Oro para que você permaneça no caminho. Se você ainda não O segue, não perca mais tempo! Entregue sua vida a Ele e torne-se mais um peregrino na jornada que nos leva até o céu.
Deus abençoe
Soli Deo Gloria
Romagna
Deus abençoe
Soli Deo Gloria
Romagna
sábado, 14 de maio de 2011
EU SEI QUAL O TAMANHO DO SEU VAZIO!
Vazio. Quantas vezes não é assim que você se sente. Vazio de histórias realmente relevantes para contar, de coisas que de fato valham a pena fazer e lutar. Quais as formas que você utilizou para tentar ocupar esse espaço? Dedicou-se a uma causa humanitária? Trancafiou-se no seu mundinho e fez de conta que nada que ficasse fora dele importava? Ou talvez tenha tentado viver dissolutamente, entregando-se às mais diversas formas de autodestruição que existem; ou pior, talvez tenha ficado parado, esperando o tempo resolver as coisas. Quantas noites insones diante da TV ou do computador em busca de algo que fosse capaz de preencher esse espaço que insiste em permanecer vazio. A vida parece pesar mais do que nunca. Nada se encaixa naquele espaço e você continua a se perguntar o porquê. Façamos uma coisa: imagine que seu coração é sua casa e que você fez uma mudança e que o lugar vazio é um cômodo. O que falta lá? Móveis! Mas não os que você já tem, certo? Esses não servem. Você já tentou colocá-los lá, já tentou dispô-los de maneiras diferentes. Esse lugar pede por algo novo. Mas o quê?
“O que seria tão inovador, diferente, maravilhoso, que seria capaz que ocupar esse espaço?” – você perguntaria? (interrogação mesmo?) E eu repondo: Há somente Um capaz de ocupar esse espaço, perfeito para a sua necessidade! Feito sob medida para você! Ele atende pelo nome de Jesus Cristo. Sim, o filho de Deus, o mesmo que se entregou voluntariamente na cruz para dar vida!
Sua doce voz ainda fala hoje, e fala com você. Ouça o que ela diz: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Mateus 11. 28-30). Troque de fardo com Cristo. Entregue-se aos pés daquele que pode fazer novas todas as coisas (2 Coríntios 5.17) e receba dele uma nova vida, uma nova perspectiva e um coração plenamente completo!
Deus abençoe.
Soli Deo Gloria.
Romagna
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